
Quem sou eu?
Que pergunta estúpida!
Eu poderia dizer uma poesia que expressasse o que sinto, ou talvez emprestar a letra de uma musica que descrevesse o que penso de mim no momento. Mas dizer quem sou seria impossível, porque a verdade é que ninguém sabe realmente quem é.
Só o que sei de mim é que sou imperfeita.
Sou dramática, poetizo tudo ao meu redor, sinto intensamente todo o pesar e contentamento, já que acredito que os românticos vivem mais, ainda que morram cedo.
Sou ciumenta, e isto me ensina a valorizar a estima que sinto por cada ser único que entra em minha vida, e ser-lhes grata com lealdade.
Não tenho a menor afinidade com matemática, minha lógica não entende números, e talvez seja por isso que o meu “ valioso” não seja quantificado.
A minha preguiça me faz exercitar a paciência. A inconstância a admirar a novidade, a compreender a transformação, a participar da mudança; o incerto me impulsiona a procurar a fé.
A vaidade me inspirar a exaltar a beleza que existe, a enfeitar nos detalhes, a enxergar com encanto, apreciar a arte.
Por ser desorganizada sou obrigada a praticar a criatividade, descobrir meu jeito de fazer.
Sendo esquecida me poupo de amarguras, perdôo sem mais contratempos, relevo sem grande esforço, e ainda me permito usufruir da graça de (re) conhecer tudo várias vezes.
A teimosia, meu defeito mais evidente (e o meu favorito) me indica a perseverança. O conservacionismo me faz valorizar minhas crenças, ser fiel às minhas ideologias, leva a descobrir minhas próprias verdades.
É quando sinto medo que entendo o tamanho de minha coragem, é por culpa de minha carência que me cativo pela companhia, na superação de meu egoísmo reconheço as atitudes fraternas.
Minhas imperfeições revelam quem são as afeições sinceras. Aqueles que são ternos mesmo nas minhas fraquezas.
Sou imperfeita, e aceito com humildade a incrível capacidade de aprender pela vida a fora.
Sou imperfeita, e encaro com entusiasmo a missão de procurar ser melhor a cada dia, e não A melhor.
Sou imperfeita, e isto me treina a ser mais justa e tolerante com as faltas de outrem.
Sou imperfeita, e é o conjunto de defeitos que meu torna única , e são as escolhas de faço a partir disto que revela minhas virtudes, que me ínsita a desafiar meus próprios vícios e limites.
Sou imperfeita, simplesmente imperfeita.
Que pergunta estúpida!
Eu poderia dizer uma poesia que expressasse o que sinto, ou talvez emprestar a letra de uma musica que descrevesse o que penso de mim no momento. Mas dizer quem sou seria impossível, porque a verdade é que ninguém sabe realmente quem é.
Só o que sei de mim é que sou imperfeita.
Sou dramática, poetizo tudo ao meu redor, sinto intensamente todo o pesar e contentamento, já que acredito que os românticos vivem mais, ainda que morram cedo.
Sou ciumenta, e isto me ensina a valorizar a estima que sinto por cada ser único que entra em minha vida, e ser-lhes grata com lealdade.
Não tenho a menor afinidade com matemática, minha lógica não entende números, e talvez seja por isso que o meu “ valioso” não seja quantificado.
A minha preguiça me faz exercitar a paciência. A inconstância a admirar a novidade, a compreender a transformação, a participar da mudança; o incerto me impulsiona a procurar a fé.
A vaidade me inspirar a exaltar a beleza que existe, a enfeitar nos detalhes, a enxergar com encanto, apreciar a arte.
Por ser desorganizada sou obrigada a praticar a criatividade, descobrir meu jeito de fazer.
Sendo esquecida me poupo de amarguras, perdôo sem mais contratempos, relevo sem grande esforço, e ainda me permito usufruir da graça de (re) conhecer tudo várias vezes.
A teimosia, meu defeito mais evidente (e o meu favorito) me indica a perseverança. O conservacionismo me faz valorizar minhas crenças, ser fiel às minhas ideologias, leva a descobrir minhas próprias verdades.
É quando sinto medo que entendo o tamanho de minha coragem, é por culpa de minha carência que me cativo pela companhia, na superação de meu egoísmo reconheço as atitudes fraternas.
Minhas imperfeições revelam quem são as afeições sinceras. Aqueles que são ternos mesmo nas minhas fraquezas.
Sou imperfeita, e aceito com humildade a incrível capacidade de aprender pela vida a fora.
Sou imperfeita, e encaro com entusiasmo a missão de procurar ser melhor a cada dia, e não A melhor.
Sou imperfeita, e isto me treina a ser mais justa e tolerante com as faltas de outrem.
Sou imperfeita, e é o conjunto de defeitos que meu torna única , e são as escolhas de faço a partir disto que revela minhas virtudes, que me ínsita a desafiar meus próprios vícios e limites.
Sou imperfeita, simplesmente imperfeita.
"Quando eu nasci veio um anjo safado,
o chato de um querubim,
que decretou que tava predestinado
a ser errado assim.
Já de saída a minha estrada entortou,
mas vou até o fim."